Pangilinan e Villanueva defendem a revogação do imposto de viagem das Filipinas sob o Projeto de Lei do Senado 1843

Projeto de Lei do Senado 1843 e os detalhes fiscais imediatos
O Projeto de Lei do Senado 1843 propõe a abolição da taxa de viagem das Filipinas, atualmente fixada em P2.700 para passageiros da primeira classe e P1.620 para a classe econômica. O projeto exige a revogação da disposição relevante na Lei de Turismo de 2009 e prevê um imposto reembolsável para passageiros com viagens agendadas na ou após a vigência da lei.
Principais disposições em resumo
| Disposição | Situação atual | Mudança proposta |
|---|---|---|
| Valores da taxa de viagem | P2.700 (primeira classe); P1.620 (econômica) | Abolir todas as cobranças de taxas de viagem |
| Financiamento para programas de turismo | Financiado com receitas de taxas de viagem | Transferir a responsabilidade para a TIEZA (Autoridade de Infraestrutura Turística e Zona Empresarial) |
| Referência legal | Lei de Turismo de 2009 | Revogação das disposições sobre taxas de viagem |
| Alívio ao passageiro | Nenhum | Reembolsos de impostos garantidos, quando aplicável |
Justificativa econômica e efeitos indiretos esperados
A nota explicativa anexada ao projeto argumenta que a remoção da taxa de viagem diminuirá o ônus econômico sobre os viajantes filipinos, estimulará o volume de passageiros internacionais e aumentará os gastos em transporte, acomodação, alimentação e serviços. Os proponentes, incluindo Kiko Pangilinan e o patrocinador anterior Joel Villanueva, destacam que a medida melhorará a posição das Filipinas como um destino mais acessível na região. O presidente Ferdinand Marcos Jr. classificou a revogação como uma prioridade para o governo.
Sinais de demanda de curto prazo
- Custos diretos mais baixos para passageiros que viajam para o exterior podem aumentar as reservas de voos e pacotes de viagens.
- Operadores turísticos e companhias aéreas podem ver aumentos marginais nos fatores de ocupação de passageiros.
- Os setores de hotelaria e A&B nas cidades de origem e nos destinos podem capturar gastos adicionais.
Responsabilidades das partes interessadas
Se promulgada, a lei realoca o ônus de financiamento para programas anteriormente pagos com receitas de taxas de viagem para a TIEZA, uma agência vinculada ao Departamento de Turismo. Essa mudança administrativa exigirá ajustes orçamentários e coordenação com as autoridades financeiras para manter a continuidade dos projetos financiados.


